terça-feira, 28 de novembro de 2017

Quadrilha é presa após roubar carga de cerveja na Grande BH

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Motorista foi abordado em Juatuba e levado como refém; seis homens foram encontrados em área de galpão
Seis homens, com idades entre 18 e 27 anos, foram presos na madrugada desta terça-feira (28), após o roubo de um carreta carregada com cerveja, ice e refrigerante. A quadrilha foi localizada em um galpão de São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Militar, o motorista contou que foi abordado na BR-262, em Juatuba, também na Grande BH. Os bandidos estavam em dois carros de passeio, mostraram armas para o motorista da empresa de bebidas e fizeram ele refém até a chegada em São Joaquim de Bicas, percorrendo cerca de 25 quilômetros.
FOTO: ALEX DE JESUS / O TEMPO
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O veículo com toda a carga foi recuperada em um galpão
Os militares foram acionados através de denúncias anônimas pelo 190 e, quando chegaram ao local, os ladrões dispararam contra a equipe policial, que revidou. Ninguém ficou ferido. No local, além da carga recuperada, foram localizados mais de R$ 10 mil em dinheiro e um cheque no valor de R$ 13 mil.
O grupo foi encaminhado para a delegacia da cidade. Durante a manhã, um homem de 32 anos foi conduzido à delegacia como suspeito para prestar esclarecimentos.
Dono do galpão
Segundo a PM, o dono do galpão esteve no local após assistir o caso pela TV. Ele contou que o locador teria dito que usaria o imóvel para armazenar laranjas. A princípio, militares descartaram a participação dele no esquema.
Minientrevista com a vítima
Como foi a abordagem dos criminosos? Eu tinha acabado de fazer o retorno para entrar na BR-262 quando eles apareceram e colocaram os veículos na frente da carreta.
Os ladrões fizeram alguma ameaça? Eles, que estavam armados e encapuzados, me passaram para o banco de trás e colocaram um pano na minha cabeça. Disseram para eu ficar quieto para nada acontecer comigo. Quando vi já estava nesse galpão. Escutei um tiro e percebi que a polícia tinha chegado.
O senhor já tinha passado por alguma situação semelhante? Não. Tenho 32 anos de profissão e nunca aconteceu isso. Na hora pensei na minha família, que nem sabia o que estava acontecendo.
Pretende continuar trabalhando como motorista? Sim, é a única coisa que eu sei fazer. Tive medo de morrer porque eles falaram que não tinha nada a perder. Agora tenho só que recuperar do susto e tocar a vida. 
 

Atualizada às 14h08

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