quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Os mártires do caos


Na obra de Jorge Boaventura, “O Ocidente Traído , a sociedade em crise”, da Biblioteca do Exército, o autor cita as contradições da propaganda dos comunistas. Eles se auto intitulam como progressistas, travestindo a realidade do caos. Relatam o naturalismo evolucionista que perpassa a atmosfera cultural do Ocidente que induz, sobretudo a nível de massa, a uma conotação entre as ideias de “novo” e de “bom”.

Assim, quanto seja surpreendente, ou insólito, passa a ser visto como “novo” e, em consequência, como “bom”. A novidade, de resto geralmente apenas suposta pela ingenuidade ou pelo despreparo cultural da massa, transforma-se em símbolo de progresso e de evolução, para os efeitos de aceitação por parte da maioria.
Assim não é necessária muita argúcia para verificar que tudo quanto contribua para destruir a cultura e civilização a que pertencemos passa a ser visto como “progresso”. Progredir e avançar, portanto, a nível da comunicação e do entendimento da massa, supõe ou impõe a desconsideração, o desprezo ou a clara e explícita refutação das próprias bases em que assenta a visão de História, da Sociedade e do Homem, tal como pode ser reduzida a partir da mensagem do Cristianismo.
Podemos ver que as mesmas técnicas desenvolvidas por Gramsci e pela escola de Frankfurt é relatada por Mucchielli, onde a ação da subversão deve ser concentrada na opinião pública com três principais objetivos. Eles agem para desmoralizar a nação e desintegrar os grupos que a compõe, desacreditar a autoridade, seus defensores, seus funcionários e seus membros importantes e neutralizar a população. Isto visa impedir qualquer intervenção espontânea geral em favor da ordem estabelecida, no momento escolhido para a tomada do poder por uma pequena minoria. Ele ainda destaca que esses objetivos só são atingidos pelo controle da mídia de massa. É exatamente o retrato da situação no país.
Mucchielli diz ainda que a revolução cultural da subversão é impotente se não tiver a utilização dos meios de comunicação em massa e domínio da cultura, principalmente os técnicos em psicologia social a dar suporte, sem os quais a subversão seria incoerente. A desmoralização é a dissolução da coragem, da perda dos valores, da confiança no futuro, da contradição e da certeza de estar diante de um inimigo seguro da vitória. Através do desanimo e da descrença na mudança, a subversão visa neutralizar as massas, maioria silenciosa, com o objetivo de aniquilar qualquer tentativa de resistência. Quem ousa hoje em uma roda de conversa ser contra temas politicamente corretos?
Segundo Mucchielli, uma das técnicas mais usadas, que agita bastante as massas, é o discurso da exploração dos direitos universais da pessoa humana e dos ideais da consciência moral comum. Se criou o hábito em dizer que a exploração do homem pelo homem é que alimenta o capitalismo, e os revolucionários colocam para as massas uma formula mágica de mudança do sistema. Manipulam os grupos sociais, apelando por uma indignação permanente.
Os subversivos da esquerda nacional utilizam-se do maniqueísmo que consiste em dividir o mundo, as pessoas e as teses em dois campos: O bem e o mal. E eles, é claro, estão sempre no lado do bem, e tudo que possa atrapalhar os seus ideais de conquista do poder e que possam atrapalhar a implantação da revolução, colocam como mal. Exemplo disso, a polícia, as empresas, os conservadores, a igreja, são taxados de opressivos e insensíveis à dignidade das pessoas, mas essa é sua propaganda, mas na verdade querem a escravização da população.
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Protestos violentos em São Paulo. Ação comum de desestabilização da sociedade por militantes revolucionários de esquerda.
O papel da mídia de massa, a grande mídia nacional, segundo Mucchielli, é formar uma opinião pública global, de criar a chamada psicose coletiva, sem que haja multidão reunida. E isto é fomentado com milhões de Reais repassados aos grandes grupos financeiros e através das empresas públicas e estatais. Os meios de comunicação de massa são divididos entre os que participam de forma direta e os que participam de forma indireta da ação subversiva.
Por outro lado, os grupos sociais coesos servem de defesa contra a propaganda, por resistência do sistema das opiniões individuais. Ele é sustentado pela segurança da mútua dependência e submetido, graças às trocas sócio afetivas, a um reforço permanente. Ora, esses mesmos grupos, estando integrados na grande sociedade (aquela que deve ser destruída), desempenham um papel de suporte dessa sociedade. “A dissociação desses grupos se torna de extrema relevância na estratégia da subversão”.
Esses grupos de resistência são diversos, como instituições publicas, como a polícia e o MP (Ministério Público), Igreja, partidos de oposição, imprensa livre, comunidades nacionais e regionais, a família, etc, e que por isso são atacados com toda força pela subversão dos revolucionários, na tentativa de criar a discórdia, por exemplo, nas manifestações, em que os policiais militares são atacados de forma violenta, com paus, pedras, rojões em verdadeiras tentativas de homicídio visando desestabilizar suas ações. Tentam ainda desmoralizar a instituição policial e provocar repercussão social e popular, visando engendrar a anarquia, para quebrar a muralha coletiva que abriga os indivíduos e os protege da revolução genocida.
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Polícia militar brasileira: Ultima Ratio contra a revolução.
Universidade brasileira: fábrica de zumbis
Segundo Jules Monnerot, o mais importante, no movimento revolucionário cultural, seria identificar qual o grupo social que permitiria, ao dominá-lo, destruir todo sistema social do país. O local eleito foi a “UNIVERSIDADE” . A universidade foi escolhida pela escola de Frankfurt, grupo de ideólogos comunistas que pregavam a revolução por meio da ocupação de espaços na cultura e nos meios acadêmicos, para implantar a revolução sonhada por Antonio Gramsci. Todos os ideólogos subversivos do mundo seguem esse caminho. O curioso é que Mucchielli relata que os revolucionários dominam as universidades mesmo sendo somente de 10% a 20% dos alunos e professores. Ocorre que os comunistas são muito ativos, votam em seus “conselhos”, ocupam os espaços de fala e físicos e produzem a pulverização da sua ideologia. Esse barulho supera a maioria silenciosa e apática, por já estarem imobilizados pelos ideais culturais implantados subversivamente.
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Centro Acadêmico da Faculdade de artes da Universidade de Brasília. Triste realidade da destruição moral e intelectual. Detalhe para a frase “Aqui reside satan”.
Os subversivos agem com a estratégia de gerar o caos e a provocação violenta, mas acusando os seus repressores de violentos e antidemocráticos. Exemplo disso são as manifestações em que as Polícias Militares tem que agir. A luta contra a subversão é difícil, mas não impossível. Difícil porque precisa de uma consciência clara. Para obter essa consciência é necessário que a sociedade acorde do envolvimento cultural revolucionário ao qual está sendo submetida. Uma boa quantidade de pessoas nem estão agindo de forma subversiva de má fé, mas de boa fé e manejada pelos agentes subversivos. Não acreditam que estão sendo manipulados, porque vivem em tempos de paz e não veem razão para combater em uma guerra que não enxergam.
Cada pessoa tem a missão de lutar contra a subversão, em reuniões sociais, de família, no trabalho, diariamente, mas encontram muitos obstáculos individuais. A subversão cuidou de deixar as pessoas amorfas, destinadas a serem manejadas, e ensinadas a negar o caos em que vivem. Não enxergam o que está acontecendo à sua volta. Aqueles que lutam são muitas vezes taxados de obsessivos, amantes de teorias da conspiração, e até de loucos. Mucchielli relata exatamente isso:
“Informados ou dizendo-se tais, estes “não creem”, na subversão. Para eles, a subversão, tal como o bicho-papão da fábula, o lobisomem dos contos infantis ou o monstro de Loch-Ness, é uma “imaginação”, de obcecados. Orgulhosos de seu espírito “arejado”, de sua perspicácia em descobrir as “falsas notícias”, eles se fazem passar por sábios e, quando não ridicularizam o interlocutor, dizem, por amizade, que é conveniente “desdramatizar” a situação. (MUCCHIELLI, 1979, p. 184).”
Mucchielli faz uma observação importantíssima, ele diz que a guerra é sempre política e que os militares e o povo só são meios utilizados para tal. Vemos isso nas revoluções socialistas, onde os militares foram utilizados para oprimir as pessoas, mas quando não são alinhados com a ideologia subversiva, são achincalhados pelos ideólogos da revolução.
Se essa ideologia política se tornar dominante no Brasil, com certeza os militares e policiais serão usados contra a população para escravizar o próprio povo, na camisa de força do comunismo, aos moldes do que já ocorre na Venezuela. Por isso tanto interesse em desmoralizar os militares, para que  se possa reformá-los e doutriná-los conforme a ideologia revolucionária. Por que tanto interesse em atacar as Polícias Militares, uma instituição de Estado, séria e isenta? Por que pregar sua desmilitarização? Existe democracia e ordem em um Estado sem força pública? Não, mas eles querem uma força pública do partido e não do Estado, vide a Polícia Nacional da Venezuela, que passou pelo processo de desmoralização, dissolução financeira e desmilitarização, e hoje é utilizada para reprimir, prender e até matar os opositores do Estado/Partido comunista.
A história se repete
Durante a Segunda Guerra Mundial, logo após a invasão e ocupação da França pela Alemanha Nacional Socialista de Hitler,  o novo regime marionete fascista do traidor Pétan, chamado de Vichy, criou uma polícia civil francesa, chamada Polícia Nacional, que aderiu completamente à nova ordem nazista. Essa nova polícia foi empoderada pelos alemães em razão da Polícia Militar  Francesa (Gendarmerie) haver se insurgido contra as forças de ocupação. Enquanto a Polícia Civil da França deportava judeus, ciganos e protestantes para os campos de concentração nazistas, a Gendarmerie fornecia armas e suprimentos para a resistência comandada pelo General patriota francês De Gaulle.
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Monumento francês que tem os dizeres: “Presas pela polícia do governo de Vichy, cúmplices da ocupação nazista, mais de 11.000 crianças foram deportadas da França de 1942 até 1944, para serem assassinadas em Auschwitz porque tinham nascido judias.”
Vimos também nos anais da história que a polícia civil francesa estruturada pelos nazistas sucumbiram à ideologia e fizeram o trabalho sujo de escravizar a própria população. Levavam crianças para os campos de concentração, mas, por outro lado, a Gerdarmerie (Polícia Militar Francesa), não se curvou aos nazistas e resistiu bravamente, sendo fundamental para a retomada do país .
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René Bousquet, o primeiro Secretário Geral da recém criada Polícia Civil francesa, ao lado de oficiais da GESTAPO e das SS durante a ocupação nazista da França. A polícia civil francesa foi criada pelo regime fascista de Vichy e trabalhou fervorosamente contra os cidadãos patriotas franceses.
O Dia da Infâmia
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Policiais militares do Distrito Federal são atacados por militantes comunistas do MST em frente ao Palácio do Planalto. Dia trágico conhecido como “Dia da Infâmia”.
Conhecido como o dia da infâmia em Brasília, ocorreu quando um grupamento da PMDF foi covardemente cercado por paramilitares do MST, com paus e pedras, na Praça dos Três Poderes. Logo após, esses mesmos manifestantes, foram recebidos no Palácio com honras e festa. Nada foi dito aos heróis militares.
A Carta Magna estatui em seu artigo 144, § 5º, que às Polícias Militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública. Mais legítimo e democrático que estar com competências previstas na constituição é impossível. Com a missão de garantir a manutenção da ordem pública e a segurança interna dos estados, as Polícias Militares a tem cumprido com eficiência e rigor, mesmo vilipendiadas, ultrajadas e dilapidadas financeiramente. Quando vândalos e agentes de agitação das massas sustentados por partidos políticos e fundos globalistas internacionais saem para as ruas, com armas para depredar patrimônio publico e privado, para criar o caos e fatos que possam ser explorados pela mídia de massa comprometida com a causa, sempre se deparam com uma força publica estatal mais forte e organizada que eles. Essa força pública desproporcional que zela pela nossa sociedade é a Polícia Militar. Graças a PM, independente do tamanho e da quantidade de militantes e vândalos, a ordem é sempre restabelecida, o direito de ir e vir das pessoas de bem é garantido, os patrimônios (público e privado) são protegidos, bem como os bens jurídicos mais sensíveis, como a vida e a incolumidade física. A onda de caos e destruição dessas ações revolucionárias sempre se quebra de encontro a um muro, um muro feito de homens, fardas, gás lacrimogêneo e escudos, que com uma bandeira do Brasil no coração dizem: “Até aqui vocês vem. Daqui vocês não passam”. Esse muro se chama Polícia Militar.
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“Até aqui vocês vem. Daqui vocês não passam”. Esse muro se chama Polícia Militar.
Os militares têm dentro de suas instituições órgãos de controle internos extremamente eficientes e isentos que expulsam às centenas, todos os anos, de membros desviados. São instituições exemplares de moral, valores e ética. Seguem limites legais e protocolares e suas ações não são baseadas na irresponsabilidade ou no interesse pessoal. Obedecem níveis de força estabelecido em leis, decretos e portarias, que garantem os direitos humanos e as liberdades individuais, além do perfeito equilíbrio entre direitos e obrigações constitucionais.
A mídia de massa prefere focar em incidentes, causados, na maioria das vezes, pelos próprios agitadores, que se escondem atrás do discurso do livre direito de se manifestar. Ocorre que esses militantes de esquerda não tem limites, se acham acima da lei e da ordem. Eles extrapolam seus direitos com o intuito de lutar por sua utópica revolução e não cumprem seus deveres mínimos de cidadão. A grande mídia, em geral, acompanha tudo de perto, pronta macular a imagem das corporações policiais militares ao primeiro sinal de confronto.
No ultimo dia 31 de agosto tivemos um protesto violento em São Paulo. O enfoque que a mídia de massa destacou foi uma suposta infiltração de um militar nos grupos do movimento comunista e o ferimento de uma agitadora militante. Esse é o pensamento da esquerda: a inversão de valores.
A ira versus o equilíbrio
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Manifestante do MST com toda sua ira, de punhos cerrados e aos gritos tenta desmoralizar e provocar o comandante da operação em Brasília. Detalhe aos fotógrafos a postos. Caso o Coronel prendesse o manifestante por desacato, qual seria o foco da imprensa?
As manifestações violentas da esquerda não tem nenhum objetivo prático de melhora de vida da população, diferentemente do que eles próprios dizem. Isso é a estória cobertura que eles usam, o discurso, o vestido de idéias que falava Marx, pois o seu objetivo final é criar o caos e gerar fatos políticos. São irresponsáveis e criminosas. Exemplo de manifestações democráticas são aquelas que com pessoas ordeiras e sensatas, que usaram de seu direito constitucional e respeitaram a lei e a ordem.
Por que uma parte da mídia não se preocupa em investigar quais os partidos políticos estão por trás dos manifestos violentos? De onde vem o dinheiro que financia esses protestos? Quem são essas Organizações internacionais revolucionárias? Elas tem vínculos com ditaduras comunistas? Com conglomerados globalistas? Com estruturas criminosas? Muitas vezes as respostas para essas peguntas levam diretamente as próprias empresas de comunicação de massa.
O objetivo do caos
A revolução tem por objetivo promover distúrbios e contribuir para enfraquecer as autoridades constituídas para que elas não os coíbam. O objetivo final é “agitar as massas” para que o povo cansado de baderna, bagunça, assassinatos, do caos e da impunidade generalizada, clame por uma “nova ordem”, que coloque as coisas de volta no lugar e que a vida possa voltar ao normal, nem que seja em um governo socialista forte, que ao tomar ao poder destruirá as forças de desestabilização que ele próprio criou. Sempre foi, é, e será assim.
O papel revolucionário do Judiciário e do Ministério Público
Mas qual o motivo dessa permissividade sem limite do judiciário e do ministério publico com o crime e os criminosos? Qual a razão do judiciário perseguir os policiais e aplicadores da lei deixando assassinos, estupradores e ladrões impunes? A resposta está em suas formações acadêmicas, baseados na criminologia crítica. A CRIMINOLOGIA CRÍTICA provém da teoria conflitiva. Conhecidas como “labelling Approach” ou teoria do etiquetamento e teoria critica. Para as teorias de conflito a coesão e a ordem na sociedade são fundadas na força e coerção. Para eles predomina a dominação por alguns e sujeição de outros, uma vez que os indivíduos desta sociedade não compartilham dos mesmos interesses. Nesta, o controle social institucionalizado é utilizado para garantia do poder vigente, por isso o ódio pelas polícias.
Com esse argumento tudo pode ser relativizado, por isso, quem segue essas teorias, não respeitam a lei a ordem e a força publica do Estado, e se intitulam como vítimas e mártires do sistema opressor. Por isso vemos hoje a explosão da criminalidade, assegurada de sua impunidade quase certa, amparada na reincidência, fomentada principalmente pelas audiências de custódia.
Mas, justiça seja feita, ainda não é hegemônico esse pensamento no judiciário e no MP, pois temos visto decisões judiciais lúcidas e justas, conforme a realidade. Uma sociedade precisa de um judiciário e ministério publico forte e comprometido com os valores morais do povo e com os princípios universais de justiça. Como exemplo cito o caso do fotógrafo que perdeu na justiça sua pretensão de indenização por ferimento em manifestação em São Paulo. Igualmente no distrito Federal a justiça negou o pedido de indenização a uma estudante de comunicação social ferida em uma manifestação em 2013.
Guerra irregular
Em Brasília, houve um episódio emblemático, em que o MTST ocupou um hotel no centro da capital da república, usando técnicas de guerrilha aterrorizavam a região com diversos crimes. Após uma mega operação da PMDF o hotel foi desocupado, crianças reféns libertadas e a ordem restabelecida. Curioso foi o caso da apostila de guerrilha encontrada pela polícia militar dentro do hotel, autografada por um secretário de estado do Governo do distrito Federal, o qual foi guerrilheiro comunista.
Conclusão
Hoje vivemos no Brasil a total inversão de valores que custa caro para cada cidadão deste nosso país. Até quando a maioria silenciosa da sociedade vai aceitar passivamente a destruição da nossa sociedade em nome de um futuro utópico glorioso como o de Cuba e da Venezuela? Até quando vamos assistir aos nossos jovens, que realmente são o nosso futuro, sendo “formados” ou doutrinados nas universidades, sendo transformados em zumbis parasitas de um sistema de poder totalitário e genocida? Até quando veremos o futuro dos nossos filhos vilipendiado por essa horda de criminosos que tentam sugar as riquezas do Brasil e enviá-las para ditaduras além mar? Até quando?
A sociedade precisa se posicionar e escolher qual é o futuro que se quer construir para o seus filhos. Como se pode ler nas Sagradas Escrituras, podemos escolher entre o Bem e o Mal. Que escolhamos como povo o Bem, para o nosso bem.
Que a nossa Sociedade mude os seus rumos e retome os seus valores antes que o seu muro de proteção, os policiais e militares, caia e só reste ao Brasil chorar pelos seus mártires da guerra contra o caos.
João Barcelos.
Referências:
BOAVENTURA , Jorge. O OCIDENTE TRAÍDO, a sociedade em crise. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1979.
MUCCHIELLI, Roger. A SUBVERSÃO. São Paulo: Mundo Cultural, 1979.
Ademais, quem já leu sobre a Era Vargas e sobre os DOI-CODI sabe que os delegados nunca pensaram duas vezes antes de perpetrar torturas nos porões das delegacias. E mesmo com toda sua má intenção e caráter difamatório, a dita Comissão Nacional da Verdade não conseguiu identificar as mesmas práticas sendo executadas em unidades das PPMM.
Choices in Vichy France: The French Under Nazi Occupation, pág. 186.
Sociólogo prega abertamente o fuzilamento de conservadores brasileiros:

Fonte das Fotos:
Isângelo Senna da Costa.
Fábio Koch.
Veja.
Folha de São Paulo.

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