terça-feira, 13 de setembro de 2016

Magno Malta diz ter sido chamado de 'golpista' dentro de avião, em Confins

Senador Magno Malta divulga vídeo em que conta ter sido hostilizado dentro de voo, em Confins (Foto: Reprodução/Facebook)

Em vídeo, o senador do PR-ES contou sobre agressão de 'viúvas do PT'.
Polícia Federal acompanhou a saída do senador e de mulheres do voo.

O senador Magno Malta (PR-ES) foi alvo de hostilidade na conexão de um voo no Aeroporto Internacional Belo Horizonte, em Confins, na tarde desta segunda-feira (12). O político ia de Salvador a Brasília quando, durante a conexão, foi chamado de “golpista” por duas passageiras.
“Estão chorando porque não têm mais teta para mamar. E a Polícia Federal foi chamada por histerismo dessas mulheres lá dentro, com a sacanagem delas, com o palavreado, né? Esses esquerdistas falidos no mundo”, disse o senador.Magno Malta gravou um depoimento em vídeo e divulgou no Facebook relatando a confusão dentro do avião. O senador se referiu às duas mulheres como “viúvas do PT”, se referindo aoimpeachment de Dilma Rousseff (PT).
Malta ainda falou no vídeo que quem tem que ter medo da Polícia Federal são os petistas. “Alguns já foram presos pela Polícia Federal, e o resto ainda vai. Esses perdulários, bandidos que assaltaram a vida do país”, disse.
O assessor do senador, Renato Paoliello, contou que, durante a agressão verbal, outros passageiros se incomodaram e chamaram o comandante da aeronave, que chamou a Polícia Federal. O senador, ainda segundo Paoliello, foi convidado pela companhia aérea a trocar de voo, sugestão que foi aceita. Em companhia de agentes federais, ele saiu do avião, voluntariamente, junto com as duas mulheres que ele denunciava. Malta foi realocado em outro voo para Brasília.
Paoliello ainda contou que o senador não registrou nenhum boletim de ocorrência  porque entende que o direito à manifestação e o que aconteceu foi uma manifestação por parte das duas mulheres.
O delegado da Polícia Federal Flávio Braga confirmou que agentes apenas acompanharam a saída do senador e das duas mulheres do avião. Segundo Braga, não houve retirada compulsória de nenhum deles. O senador tomou um voo para a capital federal e as mulheres, outro.

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