segunda-feira, 8 de agosto de 2016

PM localizou menina dois dias após possível sequestro. Mãe pode estar envolvida com o caso; Polícia Civil investigará o crime.

Hospital de Clínicas da UFU (Foto: Reprodução/TV Integração)

Bebê desaparecido em Uberlândia é abandonado em construção

Um bebê de dois meses, que estava desaparecido em Uberlândia, foi encontrado em uma construção, no Bairro Ipanema, na noite deste domingo (7). Segundo a Polícia Militar (PM), na sexta-feira (5) a família havia feito um Boletim de Ocorrência (BO) denunciando que criminosos renderam a mãe, o avô e a irmã da vítima e fugiram levando a criança.

Ainda de acordo com a PM, o neném que foi encontrado após denúncia anônima, estava bem vestido e não apresentava ferimentos. Ela foi resgatada pelos militares, atendida no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) e entregue pelo Conselho Tutelar para a avó materna, de 65 anos. O G1tentou contato por telefone com o Conselho Tutelar na manhã desta segunda (8), mas as ligações não foram atendidas.
Os militares contaram que a mãe da menina, de 38 anos, sofre com transtornos mentais, não demonstrou nenhuma emoção após o possível sequestro e poderia estar envolvida com o sumiço do bebê. Até o fechamento desta matéria ninguém foi preso. A Polícia Civil informou que a Delegacia da Criança e do Adolescente investigará o caso.
Entenda
O possível sequestro da menina foi registrado na sexta-feira (5). De acordo com a PM, a mãe do bebê informou que um homem e uma mulher chegaram em uma motocicleta e entraram na casa armados. Os autores obrigaram os familiares da vítima a entrar em um dos quartos, onde foram trancados. Em seguida, pegaram a criança e fugiram com ela. A PM não soube informar quem acionou os militares para registrar a ocorrência.

O avô do bebê disse aos militares que a filha dele, mãe da criança, é usuária de drogas há cerca de 20 anos e, além disso, quando estava grávida da criança dizia que o venderia assim que ele nascesse. Testemunhas informaram à PM que a criança vivia em situação de abandono pela mãe e era cuidada pelos avós e pela irmã mais velha, de 16 anos.
Investigações serão feitas para descobrir se realmente houve um sequestro ou se tudo foi uma simulação, depois da mãe, possivelmente, ter vendido a criança aos autores.

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