quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Operação investiga empresas suspeitas de sonegar cerca de R$ 50 milhões na Grande BH


A Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG), com a parceria do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Polícia Civil de Minas Gerais, desencadeou, nesta quarta-feira, a operação especial de fiscalização Parkesina. Os alvos são três empresas fabricantes de artefatos de plástico.

Localizadas em Betim e Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, as empresas são suspeitas de formarem uma quadrilha que vem lesando o Fisco Estadual há mais de dez anos. A estimativa é que o prejuízo aos cofres públicos seja superior a R$ 50 milhões.
As fraudes ocorriam seja pela omissão de recolhimento do tributo declarado, seja pelo aproveitamento indevido de créditos inidôneos decorrentes de operações simuladas com fornecedores de outros estados.
Essas operações eram viabilizadas por empresas de fachada do grupo, constituídas irregularmente. Os agentes públicos envolvidos na investigação buscam comprobatórios que demonstrem a participação das empresas e de seus membros nas fraudes.
Além disso, a fiscalização visa identificar a prática de crime de lavagem de dinheiro, resultado de mais de dez anos de sonegação, praticada pelos investigados, e os bens patrimoniais do grupo que possam garantir os créditos tributários já constituídos (que somam mais de R$ 50 milhões, dentre impostos devidos e autuações pelas irregularidades, em valores atualizados).
O nome da operação, Parkesina faz referência ao primeiro material plástico desenvolvido, inventado pelo inglês Alexander Parkes, no século 19.

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