sexta-feira, 10 de junho de 2016

Polícia compara DNA de estuprador com o encontrado no corpo da menina

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Buscas pelo coração de criança foram encerradas, mesmo sem a localização do órgão; investigações devem ser finalizadas em até 2 de julho

O estuprador e homicida confesso, Jairo Lopes, de 42 anos, teve o seu material genético coletado, nessa quinta-feira (9) para que a perícia faça uma comparação com o DNA encontrado no corpo de Raiane Aparecida Cândida Costa, de 10 anos, encontrado no dia 2 de junho.

Ainda, nessa quinta, uma equipe da Polícia Civil, chefiada pelo delegado Vitor Amaro Bedusch, esteve em Buenópolis, cidade na região Central de Minas Gerais, onde o crime aconteceu, para tentar localizar o coração de Raiane, arrancado por Lopes, depois do estupro e morte. Porém, mesmo com o criminoso apontando o local onde teria enterrado o órgão, ele não foi encontrado e as buscas foram encerradas.
Pelo fato de ser uma área ampla e com a presença de animais, a polícia acredita não ser mais possível a localização. As investigação devem ser concluídas até o dia 2 de julho.

Lopes está preso desde essa quarta-feira (8), quando foi detido por funcionários de uma fazenda, em Joaquim Felício, que o reconheceram.
Relembre o caso
Raiane sumiu após sair de casa sozinha para ir à escola na manhã de quarta-feira (1º). O pai da menina contou à polícia que a filha tinha que voltar para casa às 14h. Como a criança não apareceu, ele foi até a escola, onde foi informado que a vítima não havia aparecido na instituição. Em seguida, o homem foi atrás do motorista do escolar que levava a pequena para estudar.
Ele contou que passou no ponto em que costumava pegar a estudante, mas ela não estava. Após o registro da ocorrência, policiais civis e militares começaram a fazer buscas na cidade.
Na quinta, a estudante foi encontrada na zona rural de Buenópolis. Seu corpo estava coberto. Além de sinais de abuso sexual, ela apresentava várias lesões e uma perfuração no estômago.
O bandido já era procurado pela Justiça por homicídio, um outro estupro e roubo. Ele usava nome falso e, uma semana antes do crime, apareceu no imóvel em que a garota morava.

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