segunda-feira, 23 de maio de 2016

Delegado diz que arma com sangue reforça versão de cunhado de Ana Hickmann


Polícia Civil aponta reação de Gustavo Correa como legítima defesa
O delegado Flávio Grossi, do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil, mostrou à Record Minas a arma utilizada por Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos, no atentado contra Ana Hickmann no último sábado (21), em Belo Horizonte. O cunhado e empresário da apresentadora, Gustavo Corrêa, reagiu e usou revólver calibre 38 para matar o “fã”.

Grossi diz que a arma suja de sangue reforça a versão apresentada por Correa à polícia, apontando para reação em legítima defesa no assassinato.
— Na luta corporal, ele pressionou a mão do agressor contra o chão, onde já havia sangue. Fica estampada a realidade dos fatos.
A Polícia Civil ainda não sabe a origem do revólver calibre 38, que tem a numeração raspada.
— Vamos ter que rastrear a numeração e tentar achar a origem primária da arma.
O delegado ainda esclareceu se o atirador utilizou uma "munição especial" durante o crime.
— Utilizamos o termo “munição especial” de forma genérica. Nós ainda não sabemos qual tipo de projétil foi usado. O que sabemos é que esta munição tem uma carga percussora maior.
Flávio Grossi disse que pretende ouvir a cunhada da apresentadora, Giovana Alves de Oliveira, baleada no atentado, e o irmão do atirador, Helissom Augusto de Pádua.
— Assim que possível, vamos ouvir os dois e aguardar os resultados das perícias. As investigações continuam no mesmo caminho.

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