segunda-feira, 4 de abril de 2016

Por falta de verba, curso de formação de PMs no RJ reduz carga horária Cfap não tem dinheiro para pagar fornecedores de alimentos. Professores do curso também estão com salários atrasados.

A crise econômica que afeta o Estado do Rio de Janeiro chegou aos ranchos da Polícia Militar. A corporação está sem dinheiro para alimentar os alunos do Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), como publicou o jornal Extra.

Como medida emergencial, a Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública (Seseg) decidiram reduzir, a partir desta segunda (4), para meio expediente a carga horária diária do curso. Os recrutas agora passam a ser liberados ao meio-dia e não mais às 18h e não vão mais almoçar no Cefap.
O problema ocorre devido à falta de pagamento aos fornecedores de alimentos para o Centro. Em função da mudança, haverá atraso na formação de 1.400 que terminariam o curso no início de agosto, antes do início das olimpíadas. No entanto, segundo a secretaria de Segurança, isso não vai prejudicar o patrulhamento durante os jogos olímpicos do Rio. De acordo com o governo, os policiais, que fariam o patrulhamento com armas letais, vão atuar com armas não-letais e sob supervisão.

Outro problema que atinge a unidade é que os professores contratados para dar aulas a esses recrutas estão com os salários atrasados

“O secretário Beltrame vem em tratativas com o governo, especialmente com a secretaria de Fazenda, buscando exatamente achar esses caminhos para que não haja solução de continuidade. Então, nós temos conversado, ele passou o fim de semana conversando com o governo e a expectativa de que isso possa ocorrer na maior brevidade possível”, afirmou Pehkx Jones Silveira, subsecretário de Educação, Valorização e Prevenção da Seseg.

Dez pessoas são presas durante operação de combate à criminalidade no Vale do Mucuri

Pelo menos dez pessoas foram presas, nesta sexta-feira (17), durante operação de combate à criminalidade no município de Malacacheta, no V...