sexta-feira, 15 de abril de 2016

PF prende operador Bené, ligado ao governador Fernando Pimentel Ele é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro e já havia sido preso na Operação Acrônimo da Polícia Federal

Benedito Oliveira (Foto: André Coelho/ Agência O Globo)
Conforme revelado por ÉPOCA via Twitter, o operador do PT Benedito Oliveira Neto, o Bené, foi preso preventivamente pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Acrônimo. Ele é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Bené já havia sido preso pela PF por associação criminosa, na mesma operação, em 29 de junho, mas foi liberado na ocasião.
Polícia Federal chegou até Bené após comprovar que ele financiou campanhas petistas e da presidente Dilma Rousseff com dinheiro desviado de contratos firmados com o próprio governo Dilma. Também há provas de que Bené operava no BNDES. Bené se aproximou do PT durante o segundo mandato do governo Lula.
Bené é amigo do governador Fernando Pimentel e ajudou a elegê-lo governador de Minas Gerais, em 2014. Entre os seus bens, constam um avião bimotor – onde viajou Fernando Pimentel durante a campanha. As investigações da Operação Acrônimo começaram em 2014, quando o avião de Bené foi apreendido com R$ 133 mil em espécie. Naquela ocasião, Bené seguia de Belo Horizonte (MG) para Brasília (DF), quando foi surpreendido por agentes da PF. 
ÉPOCA já narrou a história de amizade entre Bené e Pimentel, em 2014. Nela, a reportagem reuniu evidências de que a amizade ultrapassava a relação comercial estabelecida entre clientes e fornecedores. O sucesso de Pimentel na política acompanhou a ascendência de Bené como operador.

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