sexta-feira, 29 de abril de 2016

Homem é morto em porta de casa de shows na avenida Raja Gabáglia Suspeito foi preso e foram apreendidas uma arma e um arco e flecha; vítima era técnico de informática e foi atingida por quatro tiros

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Um técnico de informática foi morto a tiros, durante a madrugada desta sexta-feira (29), na porta de uma casa de shows, no bairro Estoril, região Oeste de Belo Horizonte
De acordo com a Polícia Militar (PM), uma desavença dentro da boate teria motivado o assassinato, que ocorreu na avenida Raja Gabáglia. De acordo com testemunhas, Guilherme dos Santos Alves, 33, saiu da casa de shows com amigos e foi baleado quatro vezes.


O suspeito, um homem de 28 anos, fugiu para um posto de combustíveis próximo, mas antes de conseguir deixar o local em um C4 Pallas prata foi detido. Dentro do veículo, a PM apreendeu um revólver calibre 38, com cinco balas deflagradas. Ele foi encaminhado para delegacia.
A vítima foi atingida por quatro tiros, sendo um em um dos braços, dois no tórax e um na perna esquerda, segundo a perícia, que apreendeu um comprido de ectasy, encontrado junto ao corpo.
De acordo com amigos da vítima, o técnico em informática tem três filhos de 3, 5 e 11 anos de relacionamentos diferentes. Ele não era casado, morava sozinho e tinha uma loja virtual de produtos de informática.
Versão dos amigos
Alves estava com sete amigos na casa de shows. Tanto o grupo quanto o suspeito dos disparos estavam no camarote da boate. A confusão teria começado após o atirador e os amigos dele começarem a jogar champagne do segundo andar nas pessoas que estavam no primeiro piso.
Inconformados com a  atitude do suspeito, Alves e um amigo que estavam no primeiro piso no momento da provocação decidiram perguntar porque eles estavam fazendo aquilo. Foi quando começou a briga. A desavença foi contida por seguranças da casa.
"Aí rolou confusão, empurra empurra e os seguranças separaram. A gente achou que ia ficar por isso mesmo. Eu fui embora sozinho. Quando cheguei em casa fiquei sabendo o que tinha acontecido", contou um amigo de infância que não quis se identificar.
"Até agora minha ficha não caiu. Não consigo acreditar. A gente acha que nunca vai acontecer com a gente", completou o amigo relembrando o caso da boate de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Atualizada às 10h02.

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