terça-feira, 1 de março de 2016

JURÍDICO ÁMEM FECHA CONTRATO COM ESCRITÓRIO ABREU & LANNA

Dentro do seu propósito de colocar o associado à frente das decisões da entidade de classe, a ÁMEM acaba de fechar contrato com o renomado escritório de advocacia ABREU E LANNA (http://www.abreuelanna.com.br/ ), dos mais profissionais escritórios de advocacia da OAB do nosso Estado.
O contrato prevê o atendimento nas áreas Criminal, comum e militar, Cível, família, sucessões e administrativo e será coordenado pela filtragem da própria associação. Na sede da ÁMEM mais cinco advogados como forma de dar sempre o primeiro atendimento dentro da nossa política de valorizar os direitos do associado sem admitir qualquer ingerência externa, seja governamental, seja de integrantes dos comandos das Instituições militares.
Da mesma forma nosso jurídico está orientado em fazer os atendimentos nos casos de fortes indícios de assédio moral, EM QUALQUER SITUAÇÃO! Isso significa que não permitiremos o mecanismo em que assediadores se escondem como associados, como forma de limitar o atendimento a quem de fato precisa. Esta uma preocupação constante de associados: O fato de não terem acesso a advogados por estarem sendo assediados por um outro associado da mesma entidade.
Nesta mesma linha o estatuto da associação prevê a expulsão de associados envolvidos em casos de assédio moral ou sexual, e a não aceitação de filiação em casos passados de envolvimento neste tipo de delito.
Ainda sobre o assédio moral, a ÀMEM vai apoiar sempre o fortalecimento da disciplina e hierarquia, mas estamos adotando uma postura de enfrentar o assédio moral e sexual, prática comum e histórica nas corporações militares de todo o Brasil. Mesmo sob o manto da hierarquia e disciplina não podemos mais permitir o assédio travestido de cumprimento da lei e regulamentos e sem qualquer controle dos comandos das corporações.
Desta forma o jurídico da ÁMEM vai ajudar seus associados no combate a doenças psicológicas e psiquiatras, normais nesse casos de perseguição no ambiente de trabalho. Para tanto os advogados que servem o jurídico da entidade estão estudando o instituto do assédio moral e da tortura, pois vários casos de assédio terminam em tortura psicológica e nossa postura será de enfrentar esse crime ocorrido dentro dos quartéis com um remédio bem amargo, que será em justiça comum e que possui como pena acessória, a perda do cargo.

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