sábado, 5 de março de 2016

ÁMEM tomará providências jurídicas contra ato de Comandante de Unidade em defesa dos direitos de Associado



No último dia 19 de fevereiro, final da tarde, por ordem do Comandante do 2° BPM, em Juiz de Fora, o veículo de um graduado, associado da ÁMEM ficou retido das 17 às 23 horas, sem causa legal que justificasse a medida.

Sob alegação de que o veículo pertencente ao militar estaria com documentação irregular, o Comandante do Batalhão ordenou que o veículo não saísse do Quartel até que a documentação fosse apresentada, exigindo ainda que medidas administrativas fossem tomadas contra o veículo e seu proprietário.

Provavelmente por “desconhecer” normas de trânsito, o aludido Comandante impediu que o veículo saísse das dependências do quartel, mesmo com um guincho aguardando para levá-lo à oficina mecânica, visto estar com defeito.

Depois de longo tempo, militares da PATRAN de Juiz de Fora, Comandados pelo 2° Cristiano, informaram da arbitrariedade em manter o veículo as dependências do Quartel, visto inclusive o guincho estar no quartel para o socorro solicitado. Desta forma o guincho teve que aguardar no interior da Unidade por 1 hora, saindo mais caro ao militar, proprietário do veículo.

SEM CAMARADAGEM
Em visita à cidade e à unidade, a equipe da ÁMEM seguiu ao gabinete do Comandante para uma visita de cortesia e para saber mais do caso, a fim de evitar possíveis medidas judiciais, sendo ignorada pelo referido Comandante, que primeiro determinou à sua secretária que verificasse o motivo da visita e depois chamando seu SubComandante, não se sabe por qual motivo, atendeu à delegação no corredor, entre os quais estavam colegas do mesmo posto e contemporâneos na APM. Demonstrando sua linha “dono” do Batalhão com ar de frieza e desinteresse.

O jurídico da ÁMEM em Juiz de Fora vai ingressar, no início da próxima semana, com as ações pertinentes contra, em tese, o abuso de autoridade, constrangimento ilegal e prevaricação do Comandante do Batalhão, certo que normas de boa educação e cortesia com seus comandados e o cumprimento da lei são obrigações e não opção a ser descartada por qualquer policial militar. A ÁMEM espera sempre um bom relacionamento com qualquer militar, do mais moderno ao Comandante, mas sem abrir mão dos interesses do seu associado e do estrito cumprimento da lei.

Da mesma forma a entidade vai se reportar ao Comando da 4° RPM e Corregedoria da PM denunciando comportamento inadequado aos preceitos legais defendidos pela Corporação.

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