quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

TCE-MG gasta R$ 112 mil para levar 30 pessoas a congresso

Apesar da crise financeira do Estado, alardeada aos quatro cantos pelo próprio governador Fernando Pimentel, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), criado para fiscalizar o uso do dinheiro público com transparência e efetividade, não viu problemas em gastar mais de R$ 112 mil para custear inscrições e diárias de viagem de seus membros a Recife, na primeira semana de dezembro de 2015.
Interessado em participar de um congresso da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), realizado na capital pernambucana, o TCE enviou sete conselheiros e 23 servidores ao evento. Só a inscrição dos funcionários custou, segundo publicação do “Diário Oficial de Contas”, R$ 33,5 mil.
Além da taxa de inscrição, o contribuinte mineiro também custeou diárias de R$ 600 para cada um dos conselheiros e de R$ 500, no caso dos servidores. Ao todo, só em diárias dos cinco dias de viagem, o TCE gastou R$ 57,5 mil. O preço das passagens aéreas de cada servidor e procurador ainda não foi disponibilizado no Portal da Transparência do tribunal. Apesar de o evento ter sido aberto no dia 1º de dezembro, a maioria dos funcionários viajou para Recife no dia 30 de novembro, aumentando o número de diárias.

Sobre os custos com a viagem, chamado pelo tribunal como “gastos correntes com a capacitação de servidores do TCE-MG”, o tribunal informou, via assessoria, que todos os gastos estão previstos e aprovados na Lei Orçamentária vigente.
A assessoria também informou que o congresso acontece a cada dois anos e que, nesse ano, teve como tema “Governança Pública e Combate à Corrupção”, reunindo especialistas em controle externo, gestão pública e dados abertos, além de autoridades dos três Poderes, na capital pernambucana.



O poder de Lopes
 
A possibilidade de o deputado federal Mauro Lopes (PMDB-MG) assumir um ministério no governo Dilma Rousseff segue gerando debate na legenda. Para pessoas próximas do parlamentar, o peemedebista pretende ser “na bancada mineira” o que seu filho Adalclever Lopes, presidente da Assembleia, é no Estado. “Em Minas, o Adalclever participa diretamente do governo do Pimentel. Até mandar secretário embora, ele já mandou”, diz um interlocutor ligado à sigla. Na tarde da última terça-feira, Mauro Lopes se reuniu com o vice-presidente Michel Temer para discutir sua possível ida para o Ministério da Aviação Civil. Com o encontro no Palácio do Jaburu, o peemedebista nem sequer participou da reunião do PMDB na Câmara, que decidiu detalhes sobre a eleição do novo líder na Casa.


Beneficiada

Aliás, ninguém comemora mais a provável ida de Mauro Lopes para o Planalto do que a ex-prefeita de Betim Maria do Carmo Lara (PT). Sem êxito na eleição de 2014, a petista é a primeira suplente da coligação – e, com uma eventual saída de Lopes, a próxima ocupante de uma cadeira na Câmara Federal. Sem vitória nas urnas e com pouco espaço no governo estadual, sobrou para Maria do Carmo, desde o início do ano passado, um cargo de terceiro escalão em Minas: o de presidente da Fundação Helena Antipoff, entidade educacional em Ibirité. Esse cargo, inclusive, foi obtido apenas após a bênção do secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Miguel Corrêa, que preteriu as recomendações do PMDB e do PT local.



Quero ser doutor

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, negou, ontem, o pedido de um juiz de São Gonçalo (RJ) para que a Justiça obrigue os funcionários de seu condomínio a chamá-lo apenas de “senhor” e “doutor”. Lewandowski entendeu que, para atender o pleito do magistrado, teria que reanalisar as provas do processo, o que não é possível ser feito no Supremo. Ainda cabe recurso. O magistrado Antônio Marreiros da Silva Melo Neto entrou com a ação em 2004 após o porteiro do prédio o chamá-lo de “você” e “cara”.


“Só” R$ 183 mil

Após liderar por quatro dias o PokerStars Caribbean Adventure, nas Bahamas, e chegar perto da premiação máxima, de aproximadamente R$ 3,38 milhões, o vereador Léo Burguês (PSL) teve que se contentar com um pouco menos de dinheiro. Ontem, o político e jogador de pôquer não teve um dia muito feliz e acabou eliminado, terminando a competição no 13º lugar entre os 928 inscritos. Mesmo com as adversidades que chegaram a levá-lo a uma certa irritação durante o jogo, o vereador voltará para o Brasil com uma premiação de US$ 45,8 mil, o equivalente a pouco mais de R$ 183 mil.fonte

Convocação dos excedentes do CFS 2017 - PMMG

Excelentíssimo Senhor Governador do Estado de Minas Gerais. Nós, candidatos ao Curso de Formação de Sargentos da Polícia Militar de M...