sábado, 16 de janeiro de 2016

Repasses a sindicatos geram novo atrito para o governo Segundo Denílson Martins, líder dos policiais civis no Estado, o atraso vai atrapalhar os compromissos dos sindicatos

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Durante reunião com quase 40 sindicatos para anunciar o escalonamento e o parcelamento do salário do funcionalismo, o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, apresentou uma novidade que colocou o Estado em rota de colisão com essas entidades para além da insatisfação da questão salarial. Com o parcelamento dos contracheques – que começará em fevereiro para quem ganha mais de R$ 3.000 – os descontos das contribuições sindicais serão realizados no pagamento da última parcela do vencimento. No caso dos policiais civis, por exemplo, 95% da categoria recebe mais que R$ 3.000, segundo o presidente do Sindpol, Denílson Martins. Dessa forma, o recolhimento e, consequentemente, os repasses aos sindicatos serão feitos depois do quinto dia útil.
Segundo Denílson Martins, líder dos policiais civis no Estado, o atraso vai atrapalhar os compromissos dos sindicatos.
“Há um ônus para os sindicatos. Isso vai inviabilizar muitas entidades. Temos nossos funcionários e contas para pagar também. Vamos ter que postergar nossas responsabilidades”, reclamou Martins. O coro foi endossado por colegas de outros sindicatos.

Segundo ele, o governo acenou que poderá negociar e rever a decisão. A nova regra também atinge os descontos, por exemplo, de empréstimos consignados que os servidores possam ter vinculados em suas contas. Neste caso, segundo Helvécio Magalhães, o servidor não correria o risco de ter problemas com as instituições financeiras, como cobrança de juros. “Você retira do servidor quando do crédito e depois que repassa para o banco. Às vezes, demora dez dias. Já é assim. Não vai mudar muito”, explicou. 
Guerra ao fast-food

Um polêmico projeto de lei que segue em análise pela Câmara Federal promete acender debates sobre rótulos e alertas feitos a respeito de estabelecimentos comerciais. De autoria da deputada Renata Abreu (PTN-SP), o PL 4.186/2015 quer obrigar todos os restaurantes fast-food a estampar uma placa de advertência sobre os riscos à saúde que sua comida oferece. Apresentada no final do ano passado, a proposta também defende que as embalagens dos produtos contenham uma advertência sobre os perigos da obesidade. O descumprimento da lei resultaria em multa e, dependendo do caso, até mesmo na cassação da licença do estabelecimento. Como justificativa, a deputada argumenta que, segundo dados do IBGE, mais de 65 milhões de brasileiros estão na faixa de sobrepeso, enquanto outros 10 milhões de cidadãos são considerados obesos.
Mais saudável

No texto do projeto, Renata Abreu apresenta dados que mostram o avanço da obesidade no país, com um aumento de quase 7% em 5 anos. “Propomos que as lojas que comercializam fast-food, tipo de alimentação apontado como um dos fatores que concorrem para a obesidade, sejam obrigadas a alertar os consumidores com cartazes afixados em suas instalações, com avisos em suas embalagens e com alertas em suas propagandas”, diz um trecho do projeto. Para a parlamentar, “uma placa de advertência nesses estabelecimentos buscará conscientizar as pessoas a optar por uma alimentação mais saudável para que se evite uma série de complicações de saúde no futuro”.
 
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Polêmica. A deputada espanhola Carolina Bescansa, do partido de esquerda Podemos, causou celeuma no Congresso de Madri ao levar, nos braços, seu filho Diego, de sete meses, durante a abertura da legislatura. O debate levantado pela cena foi se a decisão de Bescansa é uma reivindicação do direito de conciliar a vida familiar e profissional ou um simples gesto para conseguir notoriedade para seu partido, uma legenda nova, que se tornou a terceira maior bancada na Câmara. O presidente da Casa não gostou e chamou o episódio de “anedota”.
R$ 60 mil É O VALOR que a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) empenhou para a compra de um leitor biométrico para a implementação do sistema de controle dos elevadores da Casa.
Sucessão 2016

O prefeito Marcio Lacerda (PSB) já iniciou a campanha para eleger seu sucessor em Belo Horizonte. Na última semana, a administração municipal distribuiu um folheto com ilustrações de “alguns resultados alcançados” pela prefeitura e que contaram com a organização do Planejamento Participativo Regionalizado (PPR), lançado em 2011 por Lacerda. Curiosamente, ainda não se sabe qual nome o pessebista irá apoiar para herdar sua cadeira. Entre os especulados estão o secretário Josué Valadão, políticos ligados ao PSDB e até mesmo Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético.
300 mil atendimentos

Organizado pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, o Núcleo da Cidadania realizou mais de 300 mil atendimentos em 2015. Criado com o objetivo de garantir direitos sociais e civis aos cidadãos do município, o núcleo oferece uma série de serviços relativos a proteção e defesa do consumidor; conciliação de conflitos de modo a diminuir o número de ações judiciais; encaminhamento de candidatos para vagas de emprego; emissão de carteira de identidade e de carteira de trabalho; acesso gratuito à internet; e refeições balanceadas a baixo custo.
Fonte

Dez pessoas são presas durante operação de combate à criminalidade no Vale do Mucuri

Pelo menos dez pessoas foram presas, nesta sexta-feira (17), durante operação de combate à criminalidade no município de Malacacheta, no V...