terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Polícia esclarece duplo homicídio motivado por briga em Uberlândia

                  Polícia esclarece duplo homicídio motivado por briga em Uberlândia (Foto: Caroline Aleixo/G1)

Com a prisão de dois dos três suspeitos de um duplo homicídio ocorrido no Bairro Morada Nova, em 2012, a Polícia Civil de Uberlândia esclareceu o crime durante coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (16), data em que o fato completa dois anos. As vítimas foram Wanderson Lourenço Nobre e Ivanildo Alves Caetano, que teriam sido assassinados à queima roupa por causa de uma briga no bairro.Segundo as informações do delegado de Homicídios, Bernardo Penna Sales, o irmão de Wanderson teria cortejado a mulher de um dos suspeitos em uma quadra do bairro. “Os dois suspeitos presos e outro comparsa agrediram o jovem até que ele ficasse inconsciente. Em represália às agressões do irmão, Wanderson chamou o primo Ivanildo e juntos procuraram os autores”, contou.Quando as vítimas estavam indo de encontro aos autores foram abordadas na Rua Honorato Fagundes Costa pelos suspeitos, conhecidos como "Sete" e "Ciganinho" de 32 e 24 anos, respectivamente. "Sete" desceu do veículo com um revólver e mandou que as vítimas se ajoelhassem e implorassem pela vida. Elas obedeceram e ainda assim foram baleadas na cabeça, morrendo em seguida.O delegado informou que "Sete" tem passagens por outros dois homicídios na cidade, enquanto "Ciganinho" tem por tráfico de drogas e roubo. Os dois foram presos nesta semana e apresentados durante a coletiva na Delegacia Regional de Polícia Civil. O terceiro suspeito, que seria o mandante dos crimes, também tem passagens e ainda não foi localizado pela polícia.Na casa de um dos envolvidos a polícia apreendeu um revólver calibre 38, provavelmente o mesmo utilizado nos assassinatos. Ao ser questionada, a dupla alegou inocência e disse ser conhecida e amiga das vítimas, principalmente de Wanderson.Eles serão indiciados por duplo homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas. Se condenados, a pena varia de 12 a 30 anos. “Com a prisão desses dois autores a Delegacia de Homicídios fecha o ano com aproximadamente 100 detenções relacionadas aos crimes dessa natureza”, finalizou Penna Sales.
Por: G1

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