terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Ossada encontrada pode ser de jovem desaparecido em Divinópolis

              Breno em Divinópolis (Foto: Bernadete/ Divulgação)

A Polícia Civil de Divinópolis investiga se uma ossada encontrada neste fim de semana pode ser de um jovem de 21 anos desaparecido desde setembro de 2013. Segundo informações da perícia, a ossada foi encontrada por um produtor rural no Bairro Realengo. A Polícia Militar (PM) informou, também, que o produtor encontrou  um documento de identidade em nome de Breno Ferreira de Souza, o mesmo nome do jovem desaparecido.
Quando Breno desapareceu, o irmão de dele, Bernardo Ferreira, contou ao G1 que o sumiço ocorreu depois que a casa em que moram foi invadida e o carro de Breno encontrado queimado no Bairro Icaraí. Para a reportagem, Bernardo Ferreira disse que o último contato do irmão foi feito na tarde daquele dia. Os investigadores da Polícia Civil tentam descobrir qual a relação do carro queimado com um amigo de Breno, que está internado em Belo Horizonte com queimaduras pelo corpo.
Segundo ele, o irmão havia marcado um encontro com um amigo que devia dinheiro de algumas multas de uma moto. Bernardo acredita que este amigo é o principal suspeito do desaparecimento do jovem. "No ano passado o Breno emprestou a moto dele para esse amigo, que na ocasião cometeu algumas infrações de trânsito, o que gerou três multas, que somadas chegaram a R$ 1.700", ressaltou.Por meio de um relatório de registro de chamadas concedido por uma operadora de telefonia, a família disse que Breno recebeu um telefonema de uma ex-namorada, que possivelmente foi quem marcou um encontro entre ele e o suspeito. "Pegamos esse relatório e constavam mensagens e telefonemas da ex-namorada marcando o encontro e dizendo que esse amigo do Breno queria pagar as multas. Em uma mensagem de resposta, meu irmão disse que iria até o local marcado para receber o dinheiro. Por isso, suspeitamos que ela armou uma emboscada, mas essa é apenas uma das várias hipóteses", argumentou.
Bernardo também contou que recebeu uma mensagem de Breno informando que ele havia saído para receber R$ 1 mil das multas do amigo. “A mensagem era simples. Ele só disse que estava indo receber esse dinheiro no Bairro Tietê", resumiu.
Por volta das 16h20 Breno fez um novo contato com o irmão perguntando onde a família estava. "Eu, minha mãe e minha avó estávamos em uma lanchonete no Centro quando ele ligou e disse para esperarmos por ele lá, mas ele não apareceu. Por isso seguimos até a nossa casa e lá percebemos que alguém havia invadido o local", disse.
A família sentiu falta de três televisores, um som, um computador e quatro celulares. “Nesse momento liguei novamente para o Breno e ele me atendeu bem afobado e sucinto, nem me deu chance de contar que a nossa casa havia sido roubada, disse que a bateria estava acabando e que quando chegasse em casa conversaria comigo. Fomos até a delegacia fazer o boletim de ocorrência, e no trajeto tentei ligar novamente, mas o telefone já estava desligado", relatou.
O caso continuará sendo investigado pela Polícia Civil. A perícia informou que o documento não comprova que a ossada seja mesmo do jovem desaparecido.
Por:G1

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